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27 de dez de 2008

Oriente médio sem paz

Já passam de 225 o números de mortos na faixa de Gaza depois do bombardeio israelense contra os guerrilheiros do Hamas.

A TV mostrou vários prédios destruídos e a revolta da população, além de cadáveres com o uniforme do Hamas, que controla Gaza. O grupo islâmico já anunciou que resistirá "até a última gota de sangue", cujo alerta coincidiu com a primeira informação de Israel sobre o ataque, iniciado por volta das 11h30 locais (8h30 em Brasília).


O ataque devastador de Israel, é resposta aos ataques com misseis que o Hamas faz à fronteira israelense. Nos ataques do Hamas, há notícias de uma morte e quatro feridos na cidade israelense de Negev. No entanto, no contra-ataque israelense, o número de mortos e feridos entre a população civil é muito grande, informações do lado palestino, dão conta de mais de 750 feridos e 225 mortes sendo alguns integrantes do Hamas, mas a maioria são da população civil.

Alguns dos mísseis israelenses caíram sobre áreas densamente povoadas, provocando pânico pelas ruas. Entre as áreas atingidas, está o porto da Cidade de Gaza.
Crianças fugiram apavoradas com as explosões seguidas de fogo e nuvens pretas. Corpos de policiais palestinos foram alinhados em uma rua movimentada da cidade.

O mundo árabe fez intensos protestos no dia de hoje contra a ofensiva israelense, a comunidade européia, fez um pedido as autoridades israelense para cessar imediatamente os ataques. Enquanto os Estados Unidos, colocam a culpa no Hamas.
O perigo para Israel está mesmo na divisa com o Líbano. O Hezbollah, segundo estudo de uma academia militar americana, é mais poderoso do que qualquer Exército árabe. O grupo conseguiu combater Israel em 2006. Agora, teria se armado ainda mais, mesmo com a maior fiscalização do governo libanês e da Unifil (Forças de Paz da ONU). A organização xiita pode até atacar Tel Aviv.
Uma guerra com o Hamas, não coloca em risco a população israelense. Porém um confronto com o Hezbollah, com certeza provocaria muitas mortes na fronteira do Líbano e também em Israel.

A população mundial fica na expectativa que os conflitos acabem rápidademente e que 2009 comece com paz entre árabes e judeus.

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