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Segunda-feira(16) ele repetiu o mesmo texto, as obras podem começar imediatamente, basta o governo federal dar o aval.
Segundo Casa, em coletiva de imprensa concedida no Campus I da UCPel, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) está pronto para dar início à duplicação da BR-392, estrada que liga Rio Grande a Pelotas. Ele explicou que a liberação do empreendimento cabe apenas à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e ao Ministério dos Transportes. "O Dnit está pronto, mas precisamos receber a liberação por parte do governo federal. Na verdade, o trabalho já vem sendo desenvolvido há mais de um ano, através do cadastro das propriedades que serão atingidas e através do programa ambiental previsto para o ecossistema da região".
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O projeto prevê a desapropriação de cerca de 220 propriedades. Para tanto, o governo federal dispõe de R$ 5 milhões dos R$ 92 milhões já empenhados. O restante será pago às empreiteiras paranaenses Ivaí e Triunfo, responsáveis pela execução do projeto técnico da obra.
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Com relação a participação da Ecosul, o superintendente do Dnit declarou que a concessionária foi contatada, mas garante que a obra prevê apenas a construção de uma nova pista, cabendo à empresa privada a manutenção e sinalização da atual estrada. "Claro que a construção de alguns retornos e viadutos atingirá a pista antiga. Mas a responsabilidade segue da Ecosul".
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Na verdade, a BR-392 vai ficar na espera da boa vontade do Planalto, podendo servir de manobra eleitoreira da presidenciável ministra Dilma, ela prometeu a duplicação. Esta forma de conseguir votos, e muito conhecida no país, principalmente quando o recurso financeiro envolvido é público.
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Na verdade, a BR-392 vai ficar na espera da boa vontade do Planalto, podendo servir de manobra eleitoreira da presidenciável ministra Dilma, ela prometeu a duplicação. Esta forma de conseguir votos, e muito conhecida no país, principalmente quando o recurso financeiro envolvido é público.
Um comentário:
Venho aqui, como engenheiro civil, da Triunfo SA, prestar minha solidariedade a seu blog, contribuindo com o primeiro comentário deste post.
Para quem está na platéia, dar pitacos é a função principal. Mas a informação que lhe faltou antes deste post é que a obra começou muito antes de a primeira máquina tocar na BR.
Uma obra desta monta, demanda meses de projeto, insaio de solo, prospeção e molde de corpos de prova.
Além de que na região do banhado do São Gonçalo tivemos de desenvolver tecnologia de percolação d'agua para vencer a camada de 15m de lama bentonítica, que inviabilizava a duplicação dos pontilhões, uma vez que a sobrecarga de um aterro unilateral, causaria adensamento assimétrico em relação à via já existente podendo formar crateras inesperadas.
Portanto, saiba que não é apenas um estalar de dedos para que as obras surjam.
Atenciosamente,
Eng. Vagner C. Oliveira
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