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24 de nov. de 2022

Nordestino sem água de pipa

 Do Metrópole:

Cerca de 1,6 milhão de pessoas foram prejudicadas no semiárido nordestino com paralisação do serviço de carro-pipa, que leva água potável às famílias há 20 anos. A operação Carro-Pipa, do governo federal, teve os recursos cortados neste mês, levando os caminhões a pararem o fornecimento do produto a moradores do interior no Nordeste. 

A coluna de Carlos Madeiro no UOL apurou que o primeiro estado a ter o abastecimento suspenso, logo no início do mês, foi Alagoas. Já em Pernambuco, Paraíba e Bahia, a paralisação foi informada apenas na quinzena final de novembro, assim como vem ocorrendo nos demais estados, com os caminhões deixando de prestar o serviço à população. 

A operação Carro-Pipa é financiada com recursos do Exército Brasileiro em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Ambos confirmaram à coluna que a suspensão ocorreu por falta de verbas para continuidade. O MDR diz que alertou o Ministério da Economia sobre a falta de recursos, sem retorno. 
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17 de nov. de 2022

TCU revela: Bolsonaro pagou indevidamente 79 mil militares com auxílio Brasil


O ministro Bruno Dantas, presidente em exercício do Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou, em coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (16), que 79 mil militares receberam indevidamente o Auxílio Brasil durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, a situação foi descoberta apesar da lista de beneficiários estar escondida pelo Ministério da Cidadania.

"No início do pagamento do Auxílio Emergencial, a lista dos beneficiários estava disponível apenas para o Ministério da Cidadania. O TCU identificou logo no primeiro mês, mais de 79 mil militares que recebiam indevidamente o benefício (…) Um dos critérios de elegibilidade era de que as pessoas fossem desempregadas, então quem era militar não podia receber aquele auxílio", afirmou Dantas.

O ministro afirmou ainda que, ao tomar conhecimento da situação, pediu ao Ministério da Cidadania que a lista com os nomes de todos os beneficiários se tornasse pública. A declaração foi feita após a entrega de um relatório com alarmes para 29 áreas críticas do governo Bolsonaro à equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que a "descoberta foi do TCU que diz que sistema criado por Bolsonaro facilita fraude e pede volta do Bolsa Família por ser mais eficiente no combate à pobreza e redução da desigualdade social".

3 de nov. de 2022

Um duro golpe na democracia - Nazismo não!

 

O país assistiu perplexo as manifestações de grupos de nazi-fascistas apoiadores do bolsonarismo extremo que não aceitou a decisão democrática das urnas em 30 de outubro. 

O caso ocorreu em frente ao 14º Regimento de |Cavalaria Mecanizada do Exército em São Miguel do Oeste (SC).

Na quarta-feira (02/11), apoiadores de Jair Bolsonaro, que participavam de um bloqueio ilegal, foram filmados cantando o Hino Nacional e fazendo o gesto nazista de saudação à Hitler.

O gesto é proibido na Alemanha e chocante para o resto do mundo que considera apologia ao nazismo crime. além de "ofender a memória das vitimas do nazismo e os horrores causados por ele"  escreveu no Twitter o embaixador da Alemanha  no Brasil, Heiko Thoms.

A Confederação Israelita do Brasil, divulgou uma nota de repúdio após as manifestações bolsonaristas: 

“As imagens de manifestantes fazendo saudações nazistas em protesto em Santa Catarina são repugnantes e precisam ser investigadas e condenadas com veemência pelas autoridades e pela sociedade como um todo”, diz a nota da confederação.

Não é de duvidar que tenha a mão de um velho conhecido dos brasileiros, uma figura ridícula que financiou e continua patrocinando as campanhas da direita. Esperamos que o Ministério Público investigue o caso com a devida responsabilidade e não deixe só na mão das policias locais. 


1 de nov. de 2022

Bolsonaro, fracassado, não parabeniza Lula

foto reprodução YouTube

Quarenta e cinco horas depois da declaração da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais, Jair Bolsonaro (PL) saiu do isolamento do Palácio do Planalto e falou à nação. Em um discurso de dois minutos, o candidato derrotado emitiu sinais contraditórios sobre os bloqueios das estradas promovidos por seus apoiadores e agradeceu os votos recebidos, mas não citou Lula. 

 "Os atuais movimentos populares são frutos de indignação e sentimento de injustiça, de como se deu o processo eleitoral", disse, sem explicar a que injustiças se referia no discurso.

Em seguida, buscou sinalizar um apelo para que os manifestantes desobstruam as vias. "As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas nossos métodos não podem ser da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade e cerceamento do direito de ir e vir", afirmou Bolsonaro. 

Com atraso histórico, o atual ocupante do Palácio do Planalto se lembrou de saudar os eleitores que lhe entregaram um voto nas urnas. "Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim, no último dia 30 de outubro." Em outro trecho, Bolsonaro se comprometeu, mesmo que em mensagem codificada, com a transição do poder para seu algoz, Lula. "Mesmo enfrentando todo o sistema, superamos uma pandemia e uma guerra. Sempre fui rotulado como antidemocrático, mas ao contrário de meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei de censurar mídias ou redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos de nossa Constituição." 

Por fim, voltou a repetir o lema integralista, que marcou sua gestão e o colocou como referência para fascistas pelo mundo. "A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa robusta representação no Congresso mostra a força de nossos valores, Deus, pátria, família e liberdade. Formamos diversas lideranças pelo Brasil, nossos sonhos seguem mais vivos do que nunca, somos pela ordem e o pelo progresso." 

Após o pronunciamento, Bolsonaro fugiu, com pressa e sem discrição. 

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), ficou com a incumbência de dar informações sobre o processo de transição de governo. "O presidente Jair Bolsonaro me autorizou. Quando for provocado, com base na lei, nós iniciaremos o processo de transição", afirmou. 

"A presidente do PT, segundo ela em nome do presidente Lula, disse que na quinta-feira (3), será sinalizado o nome do vice-presidente Geraldo Alckmin", finalizou. 

29 de out. de 2022

Bateu o pavor nos bolsonaristas - Zambelli e as armas

foto reprodução YouTube
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) sacou uma arma na rua em São Paulo e perseguiu um homem. O episódio ocorreu na região central da capital paulista. 

Em vídeo que circula nas redes sociais, a parlamentar aparece com uma arma em punho, correndo atrás de homem que se esconde em uma lanchonete. 

Amparada por assessores, Zambelli entra no local e ordena: “Deita no chão.” Ariel de Castro Alves, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais, afirma que a deputada pode responder criminalmente pelo ato. “Ela precisa responder pelos crimes de ameaça e constrangimento ilegal. Além disso, poderia ter sido presa em flagrante.” Para Tânia Oliveira, coordenadora da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), afirma que Zambelli pode ter sua candidatura cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por descumprir a Resolução 23.669/2021, caso seu registro de arma seja de colecionadores, atiradores e caçadores (CACs). 

Isso porque, a resolução do TSE proíbe o transporte de armas e munições no dia das eleições, nas 24 horas que antecedem o pleito e nas 24 horas que o sucedem, para CACs. “Por motivo superveniente, Zabelli pode ter a candidatura deste ano cassada pelo TSE, caso seja CACs”, afirma Oliveira.
 
Essa infração deve ser  aprofundada pelos setores que defendem os direitos humanos, os crimes de ordem racial, o crime a nós cidadãos desse Brasil!!!!

Somos todos anti-agressividade, anti-repressão, anti-racismo, somos Brasil paz e amor!!!

Isto, com certeza a direita pelotense não vai divulgar!

Substituto de Mais Médicos, Médicos pelo Brasil ficou 3 anos engavetado por Bolsonaro


Durante a campanha presidencial de 2018, Jair Bolsonaro (PL) prometeu que criaria o programa
Médicos pelo Brasil, para substituir o Mais Médicos, programa criado durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após assumir o cargo, o mandatário demorou mais de três anos para implementar o programa. 

O programa foi lançado em 1º de agosto de 2019 e instituído oficialmente pela Lei 13.958, de 18 de dezembro daquele ano. Somente em 18 de abril deste ano, durante evento no Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro anunciou os primeiros contratados pelo Médicos pelo Brasil. 

O objetivo de ambos os programas, conforme descrito em lei, era o reforço da atenção primária de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) em municípios pequenos e remotos e em locais de vulnerabilidade. Estima-se que este primeiro contato do paciente com um médico resolva a maioria das reclamações de saúde. 

O governo Bolsonaro jamais especificou tecnicamente em quais aspectos desejava reformar o Mais Médicos, além da criação de uma pessoa jurídica de direito privado que funcionaria como intermediário entre o Estado e os profissionais – a Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps).

O programa ainda segue engatinhando. Na última quarta-feira (26), o governo Bolsonaro anunciou o resultado da prova aplicada nos dias 9 e 11 de outubro, para vagas destinadas às regiões que mais precisam de profissionais, sendo 312 médicos tutores e 2.188 para bolsistas. 

26 de out. de 2022

Defensoria processa Bibo Nunes

A Defensoria Pública da União (DPU) ingressou com uma ação civil pública na Justiça Federal contra o deputado federal Bibo Nunes (PL-RS), em razão do vídeo gravado no dia 9 de outubro, no qual o parlamentar ofende estudantes das universidades federais de Santa Maria e Pelotas que protestaram contra bloqueios na educação feitos pelo governo Boçsonaro. A ação foi protocolada no sábado (22) e tornada pública nesta quarta (26).

Destilando ódio Bibo falou em vídeo:

“Vocês estudantes de Santa Maria, olhem aqui para mim, vocês são a vergonha, vocês são a escória, olhem aqui para mim, sou o deputado federal Bibo Nunes, entendeu? Vocês são a escória, vocês são a escória, vocês são a vergonha, vocês não produzem nada, vocês são parasitas que querem esconder a incompetência de vocês com um "L" de Lula. Alienados, aqueles famosos bundinhas, não gosto de usar esse termo porque ser rico não é  problema. Agora, ser rico e não ter noção como esses aí, Ser ricos e não ter noção, uns coitadinhos. É o filme Tropa de Elite. Sabe o que aconteceu? Olhem o filme 1, pegaram aqueles coitadinhos, aqueles riquinhos ajudando pobre e queimaram vivo, dentro de pneus, queimaram vivo, dentro de pneus! É isso que esses estudantes alienados, filhos de papai que tem grana, merecem. Estamos em uma grande campanha para que Bolsonaro ganhe a eleição, ou você quer comer gato e cachorro daqui a dois anos?"  

Assim falou Bibo Nunes em seu discurso de ódio e  violência, coisa normal para os defensores da direita bolsonarista mas, extremamente ofensivo e perigoso para os discentes e toda a comunidade estudantil das  universidades de Pelotas e Santa Maria.

Discurso de ódio, incitação da violência, desrespeito com a comunidade de Santa Maria que ainda chora seus mortos no incêndio da Boate Kiss, não tem perdão.

25 de out. de 2022

O que esconde a direita pelotense?

Enfim atrás das grades, lugar seu de direito, uma das figuras mais repugnantes da política brasileira, o ex-deputado federal Roberto Jefferson está preso. Então me diga, você leu nas mídias locais a repercussão sobre o caso? Alguém em algum site ou blog da direita pelotense falou sobre o duro golpe que a campanha de Jair Bolsonaro teve que absorver? Claro que não, eles querem mais é induzir o seu voto com pesquisas  "fake" da Brasmarket. Então vamos a verdade que eles tentam esconder:

"O sujeito precisou publicar um vídeo com ataques misóginos contra a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia, teve que atirar contra policiais com um fuzil e lançar granadas em direção à viatura da PF para que sua prisão domiciliar fosse revogada. Somente então, uma equipe da Polícia Federal entrou na sua casa e negociou calmamente sua rendição, rodeada de gentilezas com muitos sorrisos, descontração   com a presença de um "padre de quermesse" e com o ministro da Justiça Anderson Torres acompanhando de perto do local, privilégio que Genivaldo de Jesus Santos não teve em nenhum momento do dia 25 de maio quando foi morto por agentes da Policia Rodoviária Federal por estar pilotando uma motocicleta  sem capacete.

Bolsonaro sentindo o desgaste que vinha pela frente, correu para tentar tirar o rabo da reta e se desvencilhar de seu aliado, dizendo que "não tem uma foto dele comigo". Mais uma mentira de Bolsonaro, a internet rapidamente tratou de trazer luz as nebulosas afirmações e foi inundada com centenas de fotografias dos dois juntos.

Mas quais são, de verdade, as relações entre Jair e Roberto?

Roberto Jefferson começou a aparecer com maior destaque no cenário político nacional no início da década de 1990, durante o processo de impeachment de (hoje também aliado de Bolsonaro) Fernando Collor de Mello. Na época, Roberto Jeferson compôs a chamada “tropa de choque” do governo, que tentou a todo custo evitar o impedimento de Collor. Sem conseguir êxito, mas se projetando nacionalmente. 

Em 1993, Roberto Jeferson  apareceu como citado na famosa CPI do Orçamento. O relatório final da CPI foi inconclusivo sobre o crescimento de seu patrimônio, apesar de terem sido encontrados bens em seu nome que não haviam sido declarados à Receita Federal. 

Roberto Jefferson retornou à cena política nacional em 2005, quando seu nome apareceu envolvido em uma suspeita de crimes relacionados a licitações nos Correios. Para desviar o foco do escândalo, o então deputado federal denunciou a prática da compra de votos de deputados da base aliada ao governo, escândalo que ficou então conhecido como “mensalão”. 

Mas Roberto Jefferson não era uma mera testemunha. Em 2012, no marco do mesmo inquérito do mensalão, ele foi condenado a 7 anos e 14 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Após delação premiada, Jefferson passou a cumprir a pena em regime semiaberto e depois em aberto. Finalmente, em 2016, foi indultado pelo ministro Luís Roberto Barroso e teve sua dívida com a justiça anulada. Depois de alguns anos de afastamento de fato da vida pública devido a um câncer no pâncreas, Roberto Jefferson teve seu “retorno triunfal” em abril de 2020, quando aderiu definitivamente ao Bolsonarismo e fez uma live denunciando o suposto “golpe parlamentarista” que estaria sendo orquestrado por Rodrigo Maia contra o presidente Bolsonaro. Desde então, Roberto Jefferson não saiu mais dos holofotes e se tornou um dos rostos da ala mais radical do bolsonarismo. 

Já em maio de 2020, Roberto Jefferson publicou em suas redes sociais uma foto portanto um fuzil e com a legenda: “Estou me preparando para combater o bom combate. Contra o comunismo, contra a ditadura, contra a tirania, contra os vendilhões da Pátria, Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”. 

O protetor de Collor também foi cabeça na defesa do golpe fascista contra a democracia: “Bolsonaro, para atender o povo e tomar as rédeas do governo, precisa de duas atitudes inadiáveis: demitir e substituir os 11 ministros do STF, herança maldita. Precisa cassar, agora, todas as concessões de rádio e TV das empresas concessionárias GLOBO. Se não fizer, cai.”, tuitou ele na época. 

Em dezembro do mesmo ano, em entrevista ao extremista de direita e abilolado Rodrigo Constantino, Roberto Jefferson voltou ao tema do STF: “Nós temos que entrar lá e colocar para fora na bala, no pescoção, no chute na bunda, aqueles 11 malandros que se fantasiaram de ministros do Supremo Tribunal Federal. Se o Supremo der a ideologia de gênero, nós temos que entrar lá e julgar aqueles caras todos no meio da praça, na bala”

Em agosto no ano passado, Roberto Jefferson teve sua prisão preventiva decretada no âmbito do inquérito que investiga a organização de milícias digitais bolsonaristas, em janeiro deste ano a preventiva foi transformada em domiciliar, devido às condições de saúde do réu. 

As relações entre Bolsonaro e Roberto Jefferson vão muito além de uma mera afinidade ideológica e uma colaboração à distância como a turma do bozo costuma dizer;

Em abril de 2021, Bolsonaro usou trechos de uma declaração de Roberto Jefferson em um vídeo publicado em seu twitter como prova de que seu governo “não rouba e não deixa roubar”. 

Mas o fino da hipocrisia na relação dos dois veio com a campanha eleitoral. Roberto Jefferson tentou emplacar uma candidatura chapa-branca de Bolsonaro. Segundo o fascista Daniel Silveira, o objetivo da candidatura Jefferson seria “expor aquilo que o Bolsonaro não pode sem que seja perseguido”. O plano no entanto não deu certo e a candidatura de Roberto Jefferson foi cassada. A saída encontrada foi lançar seu vice, o suposto padre Kelmon, para fazer o serviço sujo que Roberto Jefferson estava impedido de fazer. E até certo ponto funcionou. 

O candidato padre fez dobradinha com Bolsonaro nos debates da SBT e da Globo provocando e irritando Lula com acusações morais e mentiras e agora está mais do que engajado na campanha de Bolsonaro neste segundo turno. Tanto é assim, que foi negociar a rendição de Roberto Jefferson para a Polícia Federal no interior do Rio de Janeiro. 

E por que essa atitude de Jeferson? Por que o vídeo contra a ministra? Por que atacar a Polícia Federal? Por que abrir mão de sua vidinha miserável de prisão domiciliar? De todas suas mordomias?

As suspeitas são muitas, mas nenhuma delas chega as raias da loucura ou burrice. Parece que Jefferson  resolveu “ir para o sacrifício” para manter a base fascista alerta no caso de uma derrota de Bolsonaro. Ou quem sabe, diante da vitória de seu protegido, receber o perdão ou indulto. 

E é essa ideia fascista que movimenta grande parte da direita pelotense que quer gente raivosa defendendo discursos de ódio e menosprezo ao cidadão comum, sempre escondendo a verdade. 

Mesmo que essa seja a adequação dos falsos intelectos, haverá um ouvido próximo para escutar o sussurro da realidade.