31 de dez. de 2022
Morre, aos 95 anos, o papa emérito Bento XVI
13 de nov. de 2022
Não deixe a FIFA lucrar com esses abusos
Imagine estar tão desesperado para trabalhar que você tem que deixar sua família para trás, se mudar para um acampamento degradante e trabalhar sob o calor escaldante do deserto para ganhar um mísero dólar por dia. Depois você morre, sozinho, e sua família não recebe nada.
9 de nov. de 2022
Agora chegou a vez do Facebook e WhatsApp reduzir quadro
O presidente-executivo da Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp), Mark Zuckerberg, anunciou hoje a demissão em massa de mais de 11 mil pessoas, o que representa 13% de sua força de trabalho -- o maior corte de sua história.
Trata-se do segundo anúncio de demissões em massa entre as gigantes da tecnologia neste mês. No dia 4, o Twitter demitiu metade dos cerca de 7,5 mil funcionários após a aquisição da rede social pelo bilionário Elon Musk, a pessoa mais rica do mundo no ranking da Forbes.
25 de jun. de 2020
Nuvem de gafanhotos muda de direção
30 de mar. de 2012
Sábado, 31 de março, apague a luz é a Hora do Planeta
14 de jan. de 2012
Cruzeiro erra a rota e naufraga na Italia
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| Costa Concordia |
12 de nov. de 2011
Berlusconi lascia ora tocca a Monti -Berlusconi renunciou
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| Última foto como primeiro-ministro |
22 de out. de 2011
Novas imagens de vídeo mostram atos violentos antes da execução de Kadhafi
As circunstâncias da captura e morte do ditador Líbio estão cheias de contradições, porém as imagens deste novo vídeo mostram que Muammar Kadhafi foi barbarizado antes de morrer. Assista ao vídeo.
15 de out. de 2011
Indignados querem mudar o mundo
12 de jun. de 2011
Marcha pela Igualdade exige fim das barreiras arquitetônicas para deficientes
9 de abr. de 2011
Modelo brasileira de 17 anos morre ao cair de prédio em Lisboa
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23 de dez. de 2010
Protesto na Romenia
Assista ao video.
9 de dez. de 2010
Sakineh Mohammadi-Ashtiani está livre
Mohammadi-Ashtiani foi condenada à morte por dois tribunais diferentes em 2006 pelo envolvimento no assassinato do marido. Em 2007, sua pena pelo assassinato foi reduzida, em apelação, a 10 anos de prisão, mas sua sentença a morrer apedrejada por adultério foi confirmada no mesmo ano por outra corte de apelação.
A revelação do caso, em julho passado, por associações de direitos humanos, causou uma forte mobilização no Ocidente, onde muitos países e personalidades pediram que a sentença não fosse aplicada.
16 de ago. de 2010
Cristiano Ronaldo é o esportista mais seguido na Facebook
É o que indica o número de seguidores de sua página pessoal na rede social Facebook.
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9 de ago. de 2010
Irã muda a condenação para justificar enforcamento de Sakineh Ashtiani
30 de jul. de 2010
Sakineh Ashtiani - FAÇA SUA PARTE
As autoridades iranianas continuam impondo condenações a morte por lapidação. Atualmente, ao menos 11 pessoas correm perigo de ser executadas desse modo. Segundo o Código Penal iraniano, a execução por apedrejamento é prescrita em caso de “adultério durante o matrimônio”.
O Código Penal especifica a forma em que deve levar-se a cabo a execução e os tipos de pedras que devem ser utilizadas. O artigo 102 estabelece que, para a execução mediante lapidação, se enterrará os homens até a cintura e a mulheres até o peito.
Segundo o artigo 104, que faz referência a pena por adultério, as pedras utilizadas no deverão ser "suficientemente grandes como para matar a pessoa de uma ou duas pedradas, nem deverão ser tão pequenas que não possam matar". O que deixa bem claro que a finalidade da lapidação é infligir dor em um processo que leve a uma morte lenta.
Por volta de 2006, um grupo de iranianos, defensores dos direitos humanos, integrado principalmente por mulheres onde figuravam ativistas, jornalistas e advogados, iniciaram uma campanha para abolir a lapidação. A campanha "Detenham as lapidações para sempre" tem como objetivo salvar a vida das pessoas condenadas a morrer apedrejadas no Irã e abolir a lapidação na lei e na prática. Desde que començou a campanha, ao menos 15 pessoas se salvaram da lapidação e à outras foi concedido um adiamento da execução. Em pelo menos três casos, as pessoas condenadas a lapidação foram executadas por enforcamento.
25 de jul. de 2010
Love Parade - entre os 19 mortos há sete estrangeiros
Entre os 1,4 milhão de pessoas que participavam da Love Parade, 356 ficaram feridas e 19 (11 mulheres e 8 homens) perderam a vida depois do tumulto na festa techno Loveparade. Entre os mortos, duas estudantes espanholas, uma chinesa, um holandês, um italiano, um autraliano e um jovem da Bósnia. Segundo declarações do chefe de polícia de Duisburg, Detlef von Schmilling, havia um brasileiro entre os mortos. Está informação chegou a ser noticiada pelo jornal espanhol El País em sua edição digital da manhã, no entanto, até o momento, não houve a confirmação desta informação.
Nota: As informações são provinientes da imprensa internacional e fontes oficiais da polícia de Duisburg, mas ainda são bastante imprecisas. Durante a manhã as autoridades divulgaram muitas informações contraditórias. Temos conhecimento dos nomes das estudantes espanholas, Clara Zapater e Marta Acosta de 22 e 21 anos, e da italiana Giulia Minola, 21 anos. Durante a manhã foi noticiada a presença de um brasileiro entre os mortos, porém está informação não foi confirmada até o momento. Onze vítimas com idade entre 20 e 40 anos são alemães das cidades de Gelsenkirchen, Castrop -Rauxel , Bad Oeynhausen, Bielefeld, Mainz, Lünen, Hamm, Bremen, Steinfurt e Osnabrück.
Anna Maria editoria do Imagens&Fatos - atualização 19:02
24 de jul. de 2010
A morte de 18 pessoas marcou a Love Parade na Alemanha
Os policiais afirmaram que os mortos são nove mulheres e nove homens, mas não deram mais detalhes.
O trabalho de resgate foi dificultado pela multidão que participava de um dos maiores eventos musicais europeus que, até 2006, era realizado em Berlin. Este ano cerca 1,4 milhão de pessoas estavam presentes, o maior público desde 1999 quando mais 1,5 milhão estiveram em Berlin.
5 de abr. de 2010
Crimes de guerra
Hoje, 5 de abril de 2010, a organização WikiLeaks lançou um vídeo na internet que mostra a matança indiscriminada de mais de uma dúzia de pessoas no bairro de Nova Bagdá, Iraque - incluindo dois funcionários da Agência de notícias Reuters.
| A imagens mostram, a partir da visão do piloto de um helicóptero Apache, os disparos contra um grupo de homens armados e outros que não portam armas e que andam pela rua. | A agência "Reuters" exigiu sem sucesso uma investigação das circunstâncias e a obtenção do material audiovisual apelando para a Lei de Liberdade de Imprensa. Como resposta, o Exército americano concluiu que as ações dos soldados durante o fato estavam de acordo com a lei em conflitos armados e com a normativa americana sobre quando, onde e como a força deve ser usada. No vídeo, é possível ouvir os militares comemorarem as mortes ao grito de "olha esses bastardos mortos" e outro suplicar por permissão para atirar contra um homem. De 2003 a 2009, 139 jornalistas foram mortos no Iraque. Todos estavam realizando o seu trabalho. Muitas das 139 mortes ocorreram como a dos funcionários da Reuters, mas foram tratadas como risco inerente à profissão. |
Veja o vídeo e a transcrição dos diálogos entre helicópteros segundo a segundo em http://www.collateralmurder.com/
Namir Noor-Eldeen foi um dos colaboradores mais respeitados Reuters em Bagdá. Na foto ele está com uma camara igual a que ele usava no dia de sua morte e que foi confundida com um lançador de foguetes pelos soldados americanos.
18 de mar. de 2010
Cuba reprime com violência manifestação das “Damas de Branco”
A polícia cubana prendeu, nesta quarta-feira, cerca de 30 mães e esposas de dissidentes políticos que participavam de uma manifestação na capital do país, Havana. O grupo intitulado 'Damas de Branco', cobra do governo da Ilha, a libertação de cerca de 50 prisioneiros de consciência que estão presos desde 2003 nas prisões degradantes do estado assassino dos Castros.
| A mãe de Orlando Zapata Tamayo, o primeiro ativista que morreu em decorrência de uma greve de fome, participava da manifestação. O caso de Zapata gerou críticas internacionais ao regime cubano e apelos pela libertação de dissidentes. A morte do dissidente coincidiu com a chegada de Lula à ilha, que declarou em entrevista que não poderia contrariar as decisões do governo cubano. A organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) pediu ao governo de Cuba que liberte o que classifica como "prisioneiros de consciência" - pessoas que são perseguidas por motivos como raça, cor, religião, orientação sexual ou crenças, entre outros, desde que não tenham usado violência. | A organização pede ao governo cubano que revogue leis que restrinjam a liberdade de expressão, o direito de associação e pede a libertação de todos os dissidentes detidos injustamente pelas autoridades. A AI ainda pediu ao presidente cubano, Raúl Castro, que permita a entrada de organizações independentes para monitorar a situação dos direitos humanos no país e convide especialistas da ONU para visitar Cuba. O pedido foi feito no sétimo aniversário da prisão de 75 dissidentes cubanos por volta de 18 de março de 2003. Desses, 53 continuam detidos. O governo de Cuba vê os dissidentes como "mercenários" que trabalham para os Estados Unidos. |
O jornalista Guillermo Fariñas, em greve de fome a três semanas, pede a libertação dos 26 prisioneiros políticos mais vulneráveis do regime.
Ele afirma que não está tentando derrubar o governo ou buscar maior liberdade de expressão no país.
O governo, no entanto, respondeu que não vai ceder ao que chamou de "chantagem".
O jornal oficial cubano Granma afirmou que a mídia ocidental está "chamando a atenção para uma mentira pré-fabricada" ao reportar o caso, e que não vai aceitar pressão ou chantagem.
Fariñas disse hoje que teme pela integridade física do cantor Pablo Milanes, depois da declarações do cantor sobre culpar Fidel por uma possível morte da oposição.































